Post de Teste no Blog 2

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Por Expresso Ovos      08/02/2016 10:43:03    

Será que os cães sabem que sua "dona" está esperando um bebê? Sim, eles sabem (e sentem).

Uma dúvida frequente dos casais que pretendem ter um filho e possuem animais de estimação em casa, refere-se ao comportamento do animal com o recém nascido. Isso é totalmente comum e muito fácil de administrar, principalmente se animal que possue seja um velho amigo da casa.
Normalmente, cães e gatos sentem a mudança do comportamento, do cheiro e principalmente dos gestos da mulher que engravidou. Com a alteração dos hormônios (e até da sensibilidade da mulher), os animais "sabem" que alguma coisa está diferente naquela pessoa.

Mas isso não é motivo para se preocupar. Nem de longe!
Os animais são excelentes companheiros nesta fase da gestação. Claro que eles também mudam. Em algumas situações, o cão ou o gato fica amoado (triste) e tende a não obedecer aos comandos que anteriormente eram fielmente realizados. Com o receio de perder a atenção de seus donos, os animais tendem a fazer de tudo para se mostrar e mostrar que estão ali. Alguns exemplos são xixi ou cocô em horários e locais diferentes do habitual, latidos sem motivo aparente, horário de descanço mais curto, etc.
Em alguns casos os cães criam naturalmente um instinto protetor, perseguindo sua dona por toda a casa. Também é comum cães que passam a noite perto da porta do quarto ou perto da cama da pessoa.

Após o nascimento do bebê deve-se ter alguns cuidados essenciais. Apresentar o bebê ao cão ainda no colo ou deixar uma peça de roupa já usada junto com o animal, vai ajudar a conhecer (e se acostumar) com o novo integrante da casa. Se o seu animal é de pequeno porte, procure deixar o bebê sempre no mesmo nível de sua altura quando for mostrá-lo. Levantar o cão para mostrar o bebê no berço pode despertar um instinto de superioridade do animal, fazendo-o achar que é mais "forte" que o bebê, querendo dominá-lo.

Se o seu cão é de porte médio ou grande, mas de raças dóceis como o Bulldogue ou Golden Retriever, por exemplo, deve-se tomar a precaução com os movimentos do animal. Por não saber dosar a brincadeira ao ver o bebê, é comum que o movimento das patas, rabo ou focinho possa arranhar ou machucar o bebê. Supervisione sempre de perto para poder separar o cão caso a situação não esteja agradando. Procure dirigir-se ao cão sempre com tom de carinho em relação ao bebê mostrando que ele ainda é seu melhor amigo, mas deverá respeitar seu novo "irmãozinho".
Deve-se tomar mais cuidado com raças conhecidas como de comportamento agressivo. Você conhece seu cão melhor do que ninguém e deverá julgar se é (ou não) seguro deixá-lo perto da criança. Percebendo alguma alteração de seu comportamento no período da gestação, já pode ser um indicativo que será necessário maior atenção com o cão, quando o bebê nascer.
Os animais domesticados, ao sentir o cheiro do leite materno no recém nascido, ficam mais delicados. Existem relatos de pessoas que perceberam que seus animais, ao chegar perto do bebê recém nascido, tremiam ou choravam ao vê-lo. Este instinto pode ser traduzido como um reconhecimento de um "filhote". A necessidade de adoção é imediata (mesmo sendo um ser humano). Em casos como este, deve-se tomar cuidado com a reação do cão com outras pessoas que não convivem na casa. O cão pode tentar superproteger o bebê, ao perceber que mãe ou pai não estão por perto, avançando nas pessoas que tentarem se aproximar. Lembre-se dirija-se ao cão sempre com muito carinho, demonstrando que aquela pessoa não representa perigo para a criança.

Já com os gatos o cuidado deve ser com suas unhas e dentes, por terem movimentos muito mais rápidos que os seres humanos, dificilmente você vai conseguir proteger o bebê de uma patada ou mordida, caso seja a vontade do animal. Mais uma vez, você conhece seu bichinho mais que ninguém e sabe se o comportamento dele pode representar perigo para seu filho.

Lembre-se de conversar com amigos e familiares que possuem animais domésticos e crianças em casa. A prática com esta situação pode ajudar com dicas e cuidados para a melhor convivência nesta nova fase da família.
 

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